Papel dos cabeleireiros quando ocorre a queda de cabelos

cabeleireiros
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Nem todas as pessoas conseguem reconhecer facilmente a perda excessiva de cabelo. Algumas até minimizam o problema. Por isso, tanto os amigos e familiares quanto os cabeleireiros podem dar o alerta necessário para que a pessoa afetada procure ajuda médica para tratar a queda desde os primeiros sinais.

Existem sinais que o cabeleireiro deve ficar de olho

É comum que caiam cerca de 100 a 150 fios diariamente devido ao ciclo natural dos cabelos.1 No entanto, quando tufos aparecem no lavatório, na escova ou até mesmo na manipulação dos fios é sinal de que pode haver algo errado.

Há diversas causas, desde as mais complexas às mais corriqueiras, como a deficiência de vitaminas ou outros nutrientes.1,2

O que fazer: ignorar ou tocar no assunto?

Há várias questões a serem consideradas, mas o ponto de partida é a relação entre cabeleireiro e cliente.

É verdade que quanto mais antigo for o cliente, maior a relação de confiança com o profissional, o que facilita muito tocar em assuntos mais sensíveis. Ajuda também se você já sabe que o cliente está passando por problemas de saúde, forte estresse ou mesmo se está seguindo uma dieta restritiva.

No entanto, mesmo clientes novos podem gostar de saber que você se preocupa com a saúde dos cabelos deles. Você pode fazer isso com leveza, orientando-os a procurar um médico quando notar sinais de queda excessiva ou outras alterações nos fios.

Como falar sobre queda de cabelo

  • Comece escutando: você pode perguntar se o cliente percebeu alguma diferença na quantidade de fios.
  • Explique o por que você notou: pode ser pelos tufos de cabelo caídos, espacejamento entre fios ou até por ver uma área sem cabelo.
  • Se o cliente já tinha percebido, pergunte se está tratando a queda ou ouça sua história, caso ele queira contá-la.
  • Se não, tranquilize-o de que há várias formas de ajudar a controlar a queda excessiva e o aconselhe a buscar ajuda de um dermatologista para obter o tratamento adequado às causas da queda.

Para saber mais sobre o assunto, leia a matéria Queda de cabelo: o que fazer antes e depois.

A ida ao cabeleireiro não é apenas uma rotina necessária, está associada a autoestima. Cuidar de tudo relacionado a isso pode fazer bem ao seu cliente.

O papel das vitaminas e minerais na saúde dos cabelos

Um dos principais fatores que geram a queda de cabelo (eflúvio telógeno) é a má alimentação. Para ter saúde capilar, as vitaminas, minerais e demais nutrientes são fundamentais, sendo responsáveis também pela manutenção do equilíbrio do ciclo do cabelo e contribuindo para o crescimento dos fios. Sem eles, a queda pode ocorrer em maior quantidade do que o normal.3

Por isso, é tão importante uma dieta balanceada, consumindo as vitaminas, minerais e demais nutrientes necessários para que nosso organismo mantenha um bom funcionamento.3

Nutrição da beleza natural dos cabelos de dentro pra fora

Tacitá® tem 15 vitaminas e minerais incluindo a biotina em sua composição.4 Com apenas um comprimido ao dia4, os cabelos e unhas também obtêm os micronutrientes essenciais para o crescimento saudável 3,5,6 de ponta a ponta.

Saiba mais sobre Tacitá® aqui.

Referências:

  1. Harrison S, Bergfeld W. Diffuse hair loss: its triggers and management. Cleve Clin J Med. 2009;76(6):361-7.
  2. Breitkopf T, Leung G, Yu M, Wang E, McElwee K. The basic Science of hair biology: what are the causal mechanisms for the disordered hair follicle? Dermatol Clin. 2013;31:1-19.
  3. Finner AM. Nutrition and hair: deficiencies and supplements. Dermatol Clin. 2013;31(1):167-72.
  4. Tacitá. Informações de embalagem.
  5. Goluch-Koniuszy ZS. Nutrition of women with hair loss problem during the period of menopause. Prz Menopauzalny. 2016;15(1):56-61.
  6. Iorizzo M, Pazzaglia M, Piraccini BM, Tullo S, Tosti A. Brittle nails. J Cosmet Dermatol. 2004;3(3):138-44.

Importante: este produto não substitui uma alimentação equilibrada e seu consumo deve ser orientado por nutricionista ou médico. Crianças, gestantes, idosos e portadores de qualquer enfermidade devem consultar o médico ou nutricionista. Consumir este produto conforme recomendação de ingestão diária constante na embalagem.Produto dispensado de Registro conforme RDC Nº 27/2010.

Não contém glúten.

Este produto não é um medicamento.
Não exceder a recomendação diária de consumo indicada na embalagem.
Mantenha fora do alcance de crianças.

Simbologia e significados dos cabelos

significados dos cabelos
significados dos cabelos

A importância dos cabelos aparece em diversas culturas

Você já deve ter se perguntado por que o cabelo é considerado tão especial. A resposta vem de longe, desde as civilizações antigas.

O cabelo sempre esteve presente na imaginação das pessoas, na mitologia, na religião, na arte e na expressão pessoal. Nas diversas culturas de diferentes cantos do mundo, o significado de cortes, penteados e mudanças está relacionado com a própria identidade pessoal ou dos grupos que o indivíduo faz parte.

Cabelos como virtudes e poderes

Deuses e deusas, heróis e vários personagens de mitologias espalhadas pelo mundo inteiro, como os clássicos gregos, romanos e egípcios, têm muitas histórias relacionadas aos cabelos.

Vênus, a deusa do amor e da beleza, tinha os cabelos longos e fartos. Assim como a Psique, que fez Eros (cupido) se apaixonar por ela, e também Pandora, a primeira mulher da terra, moldada por Hefesto, o deus do fogo, à imagem e semelhança das deusas imortais.

Era muito comum que personagens mitológicos femininos tivessem suas madeixas admiradas e desejadas por deusas, ninfas e outras mulheres, o que resultava em belos mitos.

Cabelos como fio condutor das histórias

Muitas vezes, os cabelos foram a causa ou consequência dos acontecimentos na mitologia.

O cabelo de Medusa foi um exemplo disso. Ela era mortal e a mais bela de suas irmãs, o que provocou a ira de Atena, e a transformou num monstro: podia petrificar aquele que olhasse diretamente nos seus olhos. Afrodite, que também invejava a cabeleira de Medusa, piorou o castigo e transformou seus fios em cobras.

Sansão foi escolhido para governar Israel e tinha o dom da força. Desde o nascimento, seus pais fizeram votos a Deus de não cortar o cabelo para que ele mantivesse sua força. Mas seus inimigos, com a ajuda de Dalila, sua esposa que descobriu o segredo, conseguiram cortar as tranças de Sansão. Ele foi preso, teve seus olhos furados e foi maltratado, mas em pouco tempo os cabelos voltaram a crescer enquanto ele se arrependia e orava. Resultado: sua força voltou.

Cortes e penteados são símbolos de identidade

Também os cortes e penteados sempre foram sinais da personalidade, da função social ou espiritual, individual ou coletiva.

Se você associa cabelos compridos à juventude não está sozinho. A idade da virilidade em algumas culturas é aquela quando se deixa os cabelos crescerem. Mas não cortar o cabelo pode se dar por diversos motivos, como gosto, voto pessoal ou em consequência de fatores externos (por exemplo, guerras ou viagens).

Tanto na participação em danças rituais antigas pelos taoistas quanto no estilo beatniks ou de feiticeiros e aspirantes às sociedades secretas, os cabelos soltos e desgrenhados significaram renúncia às limitações e às convenções da vida comum e da ordem social.

Já o ato de cortar o cabelo podia corresponder tanto a um sacrifício quanto a uma rendição, voluntária ou imposta. Era assim para religiosos que renunciavam à personalidade. Em praticamente toda parte do mundo, a entrada na vida monástica leva ao corte de cabelo. Também era assim para os prisioneiros (como significado de perda de identidade) ou no escalpo dos índios da América.

Alguns penteados foram instrumento de dominação coletiva, como o uso da trança larga que os invasores mandchus impuseram aos chineses.

Na prática cristã, assim como de outras culturas, eremitas deixavam crescer cabelos e pelos do rosto. Aqueles que entravam em uma ordem religiosa eram tonsurados (corte de cabelo redondo, no topo da cabeça), em sinal de penitência.

O primeiro corte de cabelo de um príncipe Inca ocorria no momento em que ele era desmamado aos 2 anos e ganhava um nome. O futuro rei tornava-se então uma pessoa.

Os cabelos são frequentemente associados a um poder vital ou até à alma. Por isso, os cuidados podem representar amor e confiança.

Muitos desses símbolos antigos podem ser aplicados ainda hoje porque são arquetípicos.

Significado do cabelo nos dias de hoje

O cabelos têm papel protagonista na mudança de vida das pessoas, independente do gênero.

É muito comum, por exemplo, que ao terminar um relacionamento, a pessoa resolva fazer uma grande mudança no penteado, seja na cor ou no tamanho. Com a transformação, está de certa forma dizendo ao mundo e para si que está pronta para uma nova fase da vida.

Vale para rompimentos, vale para conquistas.

A entrada na faculdade também vem com esses símbolos, como o corte raspado para homens e mudança mais radical de estilo para mulheres.

Já na adolescência, os cortes incomuns dão o recado: quero contestar.

A guinada profissional, muitas vezes, vem com um corte novo. A ideia é mostrar um visual repaginado para expressar os próximos passos na carreira.

Qualquer que seja a mensagem passada pelo novo visual, tem uma que não muda: cabelos fortes, brilhantes e saudáveis são importantes para a autoestima.

Cuide da saúde de seus cabelos de dentro pra fora

A biotina, assim como outras vitaminas e minerais, é fundamental para ajudar a fortalecer os cabelos, participando na manutenção do ciclo natural dos fios1,2. Baixe grátis seu material sobre vitaminas aqui.

Conheça Tacitá®. Com apenas um comprimido ao dia3, os cabelos e unhas também obtêm micronutrientes essenciais para o crescimento saudável1. São 15 vitaminas e minerais incluindo a biotina, em sua composição, auxiliando a nutrir a beleza natural, de ponta a ponta

Fontes:

  1. Finner AM. Nutrition and hair: deficiencies and supplements. Dermatol Clin. 2013;31(1):167-72.
  2. Goluch-Koniuszy ZS. Nutrition of women with hair loss problem during the period of menopause. Prz Menopauzalny. 2016;15(1):56-61.
  3. Tacitá. Informações de embalagem.
  4. Iorizzo M, Pazzaglia M, Piraccini BM, Tullo S, Tosti A. Brittle nails. J Cosmet Dermatol. 2004;3(3):138-44.

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Importante: este produto não substitui uma alimentação equilibrada e seu consumo deve ser orientado por nutricionista ou médico. Crianças, gestantes, idosos e portadores de qualquer enfermidade devem consultar o médico ou nutricionista. Consumir este produto conforme recomendação de ingestão diária constante na embalagem.Produto dispensado de Registro conforme RDC Nº 27/2010.

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Salão de beleza: o que fazer para ajudar quanto a queda de cabelo

salão de beleza
salão de beleza

O olhar atento do profissional pode ajudar o cliente a identificar a queda excessiva de cabelo. Mas é a escolha pela boa conduta que evita problemas sérios causados por atitudes irresponsáveis.

Quem nunca passou por uma situação complicada com um cliente com cabelos fragilizados que insistiam em fazer um procedimento agressivo? Isso ocorre porque, muitas vezes, as pessoas minimizam o problema, achando que a situação está sob controle.

Há casos, por exemplo, em que a quebra do cabelo é tanta que os fios não seguram mais o alongamento. Ou em que a realização de procedimentos frequentes sem uso de práticas de cuidado capilar, como cronograma capilar, acaba acentuando a quebra ou até facilitando a queda.

Uma boa conversa ajuda a alertar e orientar o cliente, fazendo com que ele entenda que seu intuito é colaborar não só com a beleza, mas também com a saúde dos cabelos.

Principais cuidados que o profissional deve ter

Veja os problemas mais comuns que podem piorar a queda de cabelos e a quebra dos fios:

  • Irritação ou alergia a determinados produto (dermatite de contato, entre outros): antes do uso, aplicar uma pequena quantidade no antebraço da pessoa e observar se ocorreu alguma reação (vermelhidão, ardor, etc) por período adequado, por exemplo, além de perguntar se a pessoa já teve problemas com algum componente químico/produto e se tem outras alergias e/ou doenças como asma ajuda a identificar essa possibilidade.3,8,13
  • Produtos de procedência ruim pioram a situação: pesquise sempre sobre o produto que vai trabalhar, inclusive problemas já ocorridos.5
  • Evitar combinações de alisamento com coloração: é preciso respeitar o espaço de tempo entre um procedimento e outro, senão a fibra pode não resistir aos danos. Como alisamentos são procedimentos que danificam os fios, o uso de tinturas permanentes não é recomendado em fios quimicamente alisados, por exemplo. Neste caso, por exemplo, tinturas temporárias sem amônia ou etanolamina são indicadas e é preciso esperar cerca de 15 dias após o alisamento para realizar a coloração.5
  • Em caso de alisamento, produtos corrosivos podem causar queimaduras graves caso não usados corretamente (por exemplo, no caso de não proteger bem o couro cabeludo) e acentuar a queda e quebra dos fios.3
  • Devido à elevada temperatura, o uso excessivo de prancha e secador pode danificar os fios.4,10
  • Alongamentos realizados em fios frágeis podem piorar a situação dos cabelos, contribuindo para a quebra e queda dos fios devido ao peso exercido nos fios.11
  • A progressiva requer que o cliente passe a usar produtos compatíveis com ela e também que sejam evitados diversos outros.5
  • Penteados que repuxam fios já enfraquecidos e com pouca elasticidade, como em cabelos alisados, podem gerar rompimentos e falhas no couro cabeludo, conforme tempo de uso e força aplicada, que são as chamadas alopecias por tração. Geralmente ocorrem na região da franja, nuca e também atrás das orelhas.2

A atenção com os cabelos é fundamental para a realização de procedimentos no salão

As vitaminas, minerais e demais nutrientes são fundamentais para a nutrição do organismo como um todo, ajudando no equilíbrio do ciclo do cabelo. Assim, contribuem para a saúde capilar e na manutenção das características dos fios, como hidratação, brilho, força e resistência.1

Com apenas um comprimido ao dia de Tacitá®12, cabelos e unhas também obtêm os micronutrientes essenciais para o crescimento saudável6 de ponta a ponta. São 15 vitaminas e minerais incluindo a biotina, em sua composição.12 É nutrição da beleza e força natural dos cabelos de dentro para fora.

Saiba mais sobre Tacitá® aqui.

Referências:

  1. Finner AM. Nutrition and hair: deficiencies and supplements. Dermatol Clin. 2013;31(1):167-72.
  2. Billero V, Miteva M. Traction alopecia: the root of the problem. Clin Cosmet Investig Dermatol. 2018;11:149-59.
  3. Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo. Manual de orientação para instalação e funcionamento de institutos de beleza sem responsabilidade médica. São Paulo: CVS; 2012. 62 p.
  4. Christian P, Winsey N, Whatmough M, Cornwell PA. The effects of water on heat-styling damage. J Cosmet Sci. 2011;62(1):15-27.
  5. Dias MF. Hair cosmetics: an overview. Int J Trichology. 2015;7(1):2-15.
  6. Finner AM. Nutrition and hair: deficiencies and supplements. Dermatol Clin. 2013;31(1):167-72.
  7. Goluch-Koniuszy ZS. Nutrition of women with hair loss problem during the period of menopause. Prz Menopauzalny. 2016;15(1):56-61.
  8. https://delas.ig.com.br/beleza/2017-03-14/reacao-alergica.html
  9. Iorizzo M, Pazzaglia M, Piraccini BM, Tullo S, Tosti A. Brittle nails. J Cosmet Dermatol. 2004;3(3):138-44.
  10. Lee Y, Kim YD, Hyun HJ, Pi L, Jin X, Lee WS. Hair shaft damage from heat and drying time of hair dryer. Ann Dermatol. 2011;23(4): 455-62.
  11. Saed S, Ibrahim O, Bergfeld WF. Hair camouflage: a comprehensive review. Int J Womens Dermatol. 2017;3(1 Suppl):S75-S80.
  12. Tacitá. Informações de embalagem.
  13. http://blog.beautydate.com.br/cabeleireiros-podem-ajudar-problemas-capilares/
  14.  https://globoplay.globo.com/v/2545910/

Importante: este produto não substitui uma alimentação equilibrada e seu consumo deve ser orientado por nutricionista ou médico. Crianças, gestantes, idosos e portadores de qualquer enfermidade devem consultar o médico ou nutricionista. Consumir este produto conforme recomendação de ingestão diária constante na embalagem.Produto dispensado de Registro conforme RDC Nº 27/2010.

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Queda de cabelo: o que fazer antes e depois

queda de cabelo
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Entenda por que acontece a perda de cabelo e saiba como cuidar

A queda de cabelos (também chamada de alopecia) ocorre por inúmeros fatores. Pode ser devido à má alimentação, aos cuidados incorretos dos fios, aos maus hábitos de estilo de vida, contato ou uso de determinadas substâncias, a diversos problemas de saúde ou mesmo à hereditariedade.1, 4

Cabelos caindo são fonte de preocupação tanto para mulheres quanto para os homens. Ter cabelos bonitos e saudáveis significa vitalidade, um símbolo desde as eras mais remotas.2

Para entender melhor por que os cabelos caem, vamos começar entendendo o que não é um problema.

Quando a queda de cabelo é natural

O crescimento do cabelo é um processo complexo: o fio se desenvolve, em fases, a partir das células no interior do bulbo capilar até que atinja o final do seu ciclo natural e seja substituído. Um fio cai, mas outro nasce no lugar.1

Por isso, é absolutamente normal que você perca cerca de 100 a 150 fios por dia e perceba mais a queda quando lava ou penteia os cabelos.1

Ao envelhecermos, o cabelo vai se tornando mais fino e rarefeito, além das mudanças na cor e na taxa de crescimento. No entanto, isso não leva à calvície propriamente dita porque muitos dos fios que caírem serão repostos por novos, embora seja normal a diminuição dos folículos (estrutura onde os fios se desenvolvem).3

São três as fases do ciclo do cabelo: a anágena (de crescimento com tempo geneticamente determinado), a catágena (de transição, quando o folículo regride) e telógena (a de repouso e queda). E o ciclo recomeça.1

Quer conhecer estatísticas e números curiosos sobre cabelo? Baixe grátis o infográfico e se torne um expert.

Quando a queda pode ser um problema

Se há uma porcentagem maior de fios na fase telógena, sem que haja fios suficientes na fase anágena, a queda se torna preocupante. Em um couro cabeludo saudável, 10-15% dos fios estão “esperando” pra cair.1, 4

Conheça mais profundamente as três fases do ciclo natural do cabelo, baixando esse infográfico.

Os tipos mais comuns de alopecias indicam se a queda de cabelo pode ser temporária ou permanente.

A alopecia androgenética ou calvície (tendência genética/familiar) é aquela em que há perda de grande parte do cabelo e está relacionada aos hormônios masculinos, por isso, muito mais comum em homens do que em mulheres. Esse tipo ocorre de forma progressiva, mas permanente.4

A alopecia areata é provocada pelo sistema autoimune ou inflamatório, fazendo com que tufos caiam de zonas do couro cabeludo de forma súbita, podendo ocorrer, particularmente nas formas graves, outros sinais. Esse tipo pode ser reversível. 60% das pessoas que sofrem desse tipo apresentam o primeiro episódio da doença antes dos 20 anos.5

E o tipo mais comum de alopecia é o eflúvio telógeno, a popular queda de cabelo que pode ser evitada e tratada, considerando a sua origem.1

As alopecias são mais comuns do que se pensa. Segundo dados da Associação Brasileira de Cirurgia de Restauração Capilar, cerca de metade da população feminina com menos de 50 anos sofre de queda de cabelo. No caso dos homens, a incidência da calvície já é de aproximadamente 30%.6

Para saber mais sobre os tipos de alopecia, leia esta matéria.

O que pode desencadear a queda:

A perda de cabelo pode afetar sua autoestima e isso já é um excelente motivo para cuidar dela. Além da questão estética, as mudanças no padrão no ciclo capilar podem ser um sinal de que há algo errado nos seus hábitos ou mesmo um indicador de problemas com a sua saúde.4

1. A má alimentação é um dos principais fatores que contribuem com a queda de cabelo (eflúvio telógeno).

Sem as vitaminas, minerais e demais nutrientes necessários para a saúde capilar e do organismo como um todo, a queda pode ocorrer em maior quantidade do que o normal. Eles são responsáveis também pela manutenção do equilíbrio do ciclo do cabelo, contribuindo para o crescimento dos fios.7

É muito importante ter uma dieta balanceada, consumindo todas as vitaminas, minerais e demais nutrientes necessários para o bom funcionamento do nosso organismo. Déficits nutricionais arrasam uma cabeleira.7

Por isso uma dieta muito restritiva nunca será sinônimo de beleza.

Conheça as vitaminas e minerais que podem ajudar você a manter os cabelos bonitos e saudáveis, baixando gratuitamente o e-book Principais vitaminas e minerais que auxiliam no fortalecimento dos cabelos.

2. Cuidados inadequados com os fios podem contribuir com a quebra dos fios ou enfraquecimento do bulbo capilar.

Cabelos oleosos podem necessitar de maior frequência de lavagens. Isso porque a oleosidade excessiva gera acúmulo de sebo na raiz, aumentando a possibilidade de obstrução do folículo piloso e assim da ocorrência de processos inflamatórios e proliferação de fungos, como na dermatite seborreica, que pode contribuir para a queda de cabelo.1, 8

Já os banhos muito quentes têm o potencial de irritar o couro cabeludo, interferir no equilíbrio da oleosidade da raiz e até desidratar os fios, podendo facilitar a quebra.9

Mas nem pense em dormir com o cabelo molhado, porque isso favorece os fungos que acabam enfraquecendo a raiz dos cabelos e propiciando a queda dos fios.8

Até mesmo quando pensa que está se arrumando pode, na verdade, provocar a queda. Sabe aqueles penteados que esticam muito os fios? Pois é, se feitos com frequência, também podem provocar a queda, principalmente na parte frontal. É a chamada alopecia por tração.10

Sem falar nos produtos de má qualidade que acabam danificando os fios ou provocando alergias. Sempre procure conhecer a procedência e saber mais dos riscos que podem trazer aos cabelos e à sua saúde.11

Puxa, tudo pode levar a queda? Nem sempre. Há diversos mitos sobre cuidados que não correspondem à verdade. Para conhecer alguns deles, leia esta matéria.

3. Maus hábitos contribuem para a queda capilar.

A lista dos malefícios do cigarro é longa e a queda de cabelo se inclui nela. Acredita-se que as substâncias tóxicas podem enfraquecer a raiz das mechas porque, entre outros efeitos, degeneram os vasinhos sanguíneos que abastecem as extremidades do corpo, que é o caso do couro cabeludo.12

O sedentarismo também é um vilão porque piora a circulação sanguínea e é um desencadeante de várias doenças.13

4. Problemas de saúde são desencadeantes da queda de cabelo.

Quando há um problema de saúde envolvido, a queda de cabelo ocorre, geralmente, de forma brusca e acaba sendo até um sintoma indicador da própria doença.1

Na prevalência de diabete, hipertensão, obesidade e triglicérides altos, os vasos que irrigam o couro cabeludo são lesados. O sangue não chega à região como deveria e, por isso, não há nutrição adequada dos folículos pilosos.14, 15

A anemia leva a uma queda na concentração de hemoglobina que é fundamental para o transporte de oxigênio. Isso impacta na saúde do folículo piloso e, portanto, na resistência dos fios.16, 17

A doença de Crohn, assim como outras doenças inflamatórias intestinais, afeta a absorção de substâncias benéficas ao organismo, ainda que se tenha uma alimentação balanceada. No caso da doença de Crohn, a inflamação pode se espalhar para outras partes do trato gastrointestinal e causar diarreia, cólica abdominal, às vezes febre, entre outros sintomas dependendo do grau e da atividade da doença.22

A queda de cabelo está entre os principais sintomas de doença renal crônica, isso porque os rins deixam de filtrar o sangue direito e limitações alimentares agravam o problema.1, 18

A bactéria Treponema pallidum, causadora da sífilis, passadas algumas semanas da invasão ao organismo, pode provocar manchas na pele e queda de cabelo.19

Fungos amam unhas, mas também cabelos. Ao atingir o couro cabeludo, a micose pode gerar inflamação local e descamação, deixar a área mais oleosa e favorecer a perda de cabelo.8

Mulheres que sofrem de ovário policístico produzem hormônio masculino em larga escala, o que pode desencadear o crescimento de pelos no corpo e, posteriormente, a queda.4

Mudanças hormonais podem levar à queda de cabelo temporária como, por exemplo, durante a gravidez, parto ou menopausa.4

O estresse crônico é um dos grandes causadores de alterações hormonais, o que altera o funcionamento do organismo e pode prejudicar a saúde capilar.1

As doenças autoimunes usam as células de defesa contra o próprio organismo. Isso alastra processos inflamatórios com potencial de afetar também o couro cabeludo. Entre as consequências do lúpus eritematoso está a alopecia. No caso da alopecia areata, ela se volta especificamente contra os folículos capilares e, com isso, abrem-se falhas nos cabelos. São raros os casos em que todo o cabelo cai.4

Na psoríase, uma doença inflamatória, as lesões formadas na pele, geralmente em placas, podem se estender até as entradas da testa ou mesmo no couro cabeludo, comprometendo o crescimento de cabelo além de provocar coceira.20

Medicamentos também podem causar a queda, como os usados em quimioterapias, no caso de tratamento de câncer, aqueles para artrite, problemas cardíacos e depressão.1

A tricotilomania, uma doença em que a pessoa arranca com as mãos fios de cabelo, pelos da barba e do corpo, também é responsável por falhas bem relevantes.21

5. A calvície ou alopecia androgenética como causa da queda.

A hereditariedade é a causa mais conhecida da queda de cabelo. Apesar de ser mais comumente associada aos homens do que às mulheres, ambos podem herdar a alopecia androgenética de seus pais. Ela começa geralmente na puberdade e se agrava com o passar dos anos.4

Esse tipo de alopecia é ocasionada pela conversão de altas doses de testosterona em di-hidrotestosterona, molécula que afeta o ciclo dos fios.4, 21

O que você pode fazer para ter cabelos bonitos e saudáveis

1. Tudo começa pela boa alimentação. Garanta que esteja consumindo as vitaminas e demais nutrientes necessários para a saúde do seu organismo e de seus cabelos.1, 4

2. Uma rotina de cuidados com a raiz e fios é fundamental para manter o fio saudável. Dê atenção aos seus cabelos com frequência e use somente produtos adequados.1, 4

3. Se está perdendo cabelo e sua saúde está debilitada, tem tomado muitos medicamentos ou possui doenças crônicas, converse com seu médico a respeito ou procure um dermatologista que possa ajudar com tratamentos específicos para seu caso.

Quem pode ajudar na orientação

Algumas pessoas demoram a reconhecer a perda de cabelo ou minimizam o problema por medo de haver algum indício de alguma doença grave.

Por isso, o alerta de amigos e familiares, muitas vezes, é o gatilho para a queda ser tratada logo no início.

Também o olhar atento de cabeleireiros, manicures e podólogos é fundamental, já que ao lidar com cabelos e unhas dos clientes podem perceber mais facilmente a fragilidade deles.

É importante mostrar que há inúmeras possibilidades de casos, dos mais corriqueiros, como a deficiência de vitaminas ou outros nutrientes, aos mais complexos.1, 4 Mas em todos eles, quanto mais rápido cuidar, melhor. Esta matéria que você está lendo também pode ajudá-los a conhecer mais profundamente sobre o assunto. Compartilhar conteúdo é sempre uma boa ideia.

E o médico é o profissional que vai diagnosticar seu tipo de alopecia e o tratamento mais adequado. Em alguns casos, pode até enxergar que a perda de cabelo é um indicador de outras doenças mais sérias. Fale com seu médico ou procure um dermatologista.

Uma boa dica de como cuidar da saúde do bulbo capilar e dos fios, você encontra aqui.

 

Referências:
1. Harrison S, Bergfeld W. Diffuse hair loss: its triggers and management. Cleve Clin J Med. 2009;76(6):361-7.
2. Cash TF. The psychology of hair loss and its implications for patient care. Clinics in Dermatology. 2001;19:161-6.
3. MedlinePlus. Aging changes in hair and nails [Internet]. Bethesda (MD): U.S. National Library of Medicine; [citado jun 2019]. Disponível em: https://medlineplus.gov/ency/article/004005.htm
4. Breitkopf T, Leung G, Yu M, Wang E, McElwee K. The basic Science of hair biology: what are the causal mechanisms for the disordered hair follicle? Dermatol Clin. 2013;31:1-19.
5. Rivitti EA. Alopecia areata: Revisão e atualização*. An Bras Dermatol. 2005;80(1):57-68.
6. ABCRC. Calvície – o que é e suas causas [Internet]: Curitiba: Associação Brasileira de Cirurgia da Restauração Capilar; [citado jun 2019]. Disponível em: http://www.abcrc.com.br/calvicie-o-que-e-e-suas-causas/
7. Finner AM. Nutrition and hair: deficiencies and supplements. Dermatol Clin. 2013;31(1):167-72.
8. Borda LJ, Wikramanayake TC. Seborrheic dermatitis and dandruff: a comprehensive review. J Clin Investig Dermatol. 2015;3(2).
9. Boer M, Duchnik E, Maleszka R, Marchlewicz M. Structural and biophysical characteristics of human skin in maintaining proper epidermal barrier function. Postepy Dermatol Alergol. 2016;33(1):1-5.
10. Billero V, Miteva M. Traction alopecia: the root of the problem. Clin Cosmet Investig Dermatol. 2018;11:149-59.
11. Dias MF. Hair cosmetics: an overview. Int J Trichology. 2015 Jan-Mar;7(1):2-15.
12. Trüeb RM. Association between smoking and hair loss: another opportunity for health education against smoking? Dermatology. 2003;206(3):189-91.
13. Warburton DE, Nicol CW, Bredin SS. Health benefits of physical activity: the evidence. CMAJ. 2006 Mar 14; 174(6):801-9.
14. Klemp P, Peters K, Hansted B. Subcutaneous blood flow in early male pattern baldness. J Invest Dermatol. 1989 May;92(5):725-6.
15. Granger N, Rodrigues SF, Yildirim A, Senchenkova EY. Microvascular responses to cardiovascular risk factors. Microcirculation. 2010;17(3):192-205.
16. Vieth JT, Lane DR. Anemia. Emerg Med Clin North Am. 2014;(3):613-28.
17. Goluch-Koniuszy ZS. Nutrition of women with hair loss problem during the period of menopause. Prz Menopauzalny. 2016;15(1):56-61.
18. Peres LAB, Passarini SR, Branco MFBT, Kruger LA. Dermatoses em renais crônicos em terapia dialítica. J Bras Nefrol. 2014;36(1):42-7.
19. Piraccini BM, Broccoli A, Starace M, Gaspari V, D’Antuono A, Dika E, Patrizi A. Hair and scalp manifestations in secondary syphilis: epidemiology, clinical features and trichoscopy. Dermatology. 2015;231(2):171-6.
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21 Tosti A, Piraccini BM, Sisti A, Duque-Estrada B. Hair loss in women. Minerva Ginecol. 2009;61(5):445-52.
22. ABCD. Sobre a Doença de Crohn [Internet]. São Paulo: Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Crohn; [citado jun 2019]. Disponível em: https://abcd.org.br/sobre-a-doenca-de-crohn/

Fontes:
https://www.aad.org/public/diseases/hair-and-scalp-problems/hair-loss
https://veja.abril.com.br/saude/conheca-16-causas-para-a-queda-de-cabelo/
https://saude.abril.com.br/medicina/11-problemas-que-fazem-o-cabelo-cair/

Importante: este produto não substitui uma alimentação equilibrada e seu consumo deve ser orientado por nutricionista ou médico. Crianças, gestantes, idosos e portadores de qualquer enfermidade devem consultar o médico ou nutricionista. Consumir este produto conforme recomendação de ingestão diária constante na embalagem.Produto dispensado de Registro conforme RDC Nº 27/2010.

Não contém glúten.

Este produto não é um medicamento.
Não exceder a recomendação diária de consumo indicada na embalagem.
Mantenha fora do alcance de crianças.

Por que o cabelo começa a cair?

cabelo
cabelo

As causas para o início da queda.

Quando as pessoas percebem que tem queda de cabelo muitas dúvidas surgem: por que isso está acontecendo comigo? Será que vou perder todos os cabelos? Que médico devo procurar?

Seu médico poderá auxiliar no diagnóstico e tratamento de causas mais gerais, mas poderá encaminhar ao dermatologista, cuja área de conhecimento se concentra no diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças e afecções relacionadas à pele, pelos, mucosas, cabelo e unhas.

Segundo a dermatologista Dra. Leila Bloch, a queda faz parte do ciclo de vida do cabelo, ocorrendo de forma natural após a fase Telógena (de repouso), quando o crescimento do fio é interrompido.

O fio fica no estágio de repouso por três meses, em média, e então cai. Uma perda de fios diária é considerada normal, pois todos os dias perdemos cerca de 100 fios de cabelo.

Mas quando se percebe que esta queda está consideravelmente alta, é necessário buscar ajuda médica, diz a especialista.

Primeiros sinais

“Não é nada difícil perceber quando os cabelos começam a cair e dá para notar sinais também de quando a situação começa a ficar mais grave. É impossível contar os fios que caem, mas a constante presença de cabelos no travesseiro, na escova ou no chão do banheiro são um sinal de alerta. Quando o couro cabeludo fica visível com a redução de fios também é um bom motivo para procurar um especialista”, explica a Dra. Leila.

Para ficar mais por dentro do assunto assista o vídeo.

Terror também para as mulheres

A queda assusta tanto os homens quanto as mulheres. Apesar da calvície (chamada de alopecia androgenética) ser mais rara nelas, quando ocorre, geralmente, é mais traumático.

Há um grande abalo na autoestima porque o cabelo tem significados simbólico e é considerado parte da beleza da mulher.

Embora não seja tão divulgada, a queda de cabelos feminina é um problema comum e cerca de 20 a 60% das mulheres antes dos 60 anos já têm algum grau de queda.

As causas são diversas, desde a genética, mudanças hormonais, ação de substâncias, estresse, falta de vitaminas, até anemia, hipotireoidismo e outras doenças.

A queda de cabelo das mulheres pode ser diferente da queda dos homens, mas fique atenta aos sinais de fios que começam a se acumular no ralo da pia, no chuveiro, na escova, nas roupas e no travesseiro.

Quando caem “tufos” ou há um afinamento notório, procure um dermatologista.

É importante saber que há tratamento para alguns tipos de queda de cabelo, tanto para homens quanto para mulheres, sendo que para elas pode haver tratamentos diferenciais.

A ingestão adequada de nutrientes, como as vitaminas, é indicada para manter os cabelos saudáveis.

Para saber mais sobre queda de cabelos, leia esta matéria.

Quer se aprofundar no assunto? Então baixe grátis aqui o infográfico com números e estatísticas curiosas sobre cabelos e se torne um expert.

Importante: este produto não substitui uma alimentação equilibrada e seu consumo deve ser orientado por nutricionista ou médico. Crianças, gestantes, idosos e portadores de qualquer enfermidade devem consultar o médico ou nutricionista. Consumir este produto conforme recomendação de ingestão diária constante na embalagem.Produto dispensado de Registro conforme RDC Nº 27/2010.

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Queda de cabelo não é tudo igual

queda de cabelo
queda de cabelo

Mas as mais comuns dá para tratar. 

Conheça os tipos principais de queda e saiba mais sobre o Eflúvio Telógeno.

Por essa muita gente não esperava. Como assim, queda de cabelo e calvície não são a mesma coisa?

Pois é, bom saber que existem tratamentos para os tipos mais comuns. Bora aprender um pouco mais sobre o assunto?

Além de outras condições clínicas, as alopecias podem causar a redução ou ausência dos cabelos.

Elas podem ser temporárias ou permanentes e se dividem em vários tipos, porém as principais são: o eflúvio telógeno, a alopecia androgenética (calvície) e a alopecia areata.

A alopecia androgenética, ou calvície, ocorre apenas nos homens que apresentam tendência genética/ familiar e está diretamente relacionada à ação de hormônios masculinos (testosterona e diidrotestosterona).

Pode, às vezes, acometer mulheres na menopausa, por exemplo, com predisposição genética, mas raramente a queda é total como no homem.

Já a alopecia areata provoca queda súbita de cabelos em zonas do couro cabeludo, sem nenhum outro sinal aparente.

É causada provavelmente por mecanismos autoimunes e inflamatórios, tanto em homens quanto mulheres e pode se iniciar ainda na infância. Estima-se que 1 em cada 50 pessoas é afetada por esta doença durante a vida.

 

O tipo mais comum de alopecia é o eflúvio telógeno, a popular “queda de cabelos.

Ela pode ocorrer em qualquer momento da vida, sem outro sinal aparente.

É notada, principalmente, ao se pentear ou após o banho e pode ser bastante intensa, assustando e gerando ansiedade, principalmente, em mulheres (medo de ficar “careca” ou com falhas no cabelo). Em algumas pessoas, pode ser recorrente, retornando de tempos em tempos.

 

A queda ou eflúvio pode ser dividido em dois tipos:

1. Eflúvio agudo: geralmente se inicia 2-3 meses após o evento desencadeante. Pode-se resolver espontaneamente após alguns meses porém o crescimento e fortalecimento natural dos fios pode ser auxiliado com o uso de suplementos nutricionais.

Veja algumas causas para o eflúvio agudo:

– Febre alta;
– Trauma cirúrgico;
– Desnutrição: alimentação desequilibrada, pobre em nutrientes, ou insuficiente;
– Mudança de medicação;
– Estresse emocional;
– Hemorragias;
– Gravidez e pós-parto.

2. Eflúvio crônico: nesse caso, a queda é acentuada e dura 6 meses ou mais, sem causa aparente. Geralmente ocorre em mulheres entre 30 e 60 anos e pode provocar queda capilar intensa, com flutuações durante vários anos. O crescimento natural dos fios pode ser auxiliado com o uso de suplementos nutricionais.

Veja algumas causas do eflúvio crônico:

– Doenças da tireoide (a alopecia pode ocorrer em pessoas tanto com hipotireoidismo quanto com hipertireoidismo);
– Anemia (por falta de ferro);
– Deficiências de zinco – desencadeadas por alcoolismo, insuficiência do pâncreas, cirrose hepática, síndromes de má absorção em algumas doenças intestinais, queimaduras extensas, câncer, doenças renais, etc.

Para saber mais sobre as causas da queda de cabelos, leia esta matéria.

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