Papel dos cabeleireiros quando ocorre a queda de cabelos

cabeleireiros
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Nem todas as pessoas conseguem reconhecer facilmente a perda excessiva de cabelo. Algumas até minimizam o problema. Por isso, tanto os amigos e familiares quanto os cabeleireiros podem dar o alerta necessário para que a pessoa afetada procure ajuda médica para tratar a queda desde os primeiros sinais.

Existem sinais que o cabeleireiro deve ficar de olho

É comum que caiam cerca de 100 a 150 fios diariamente devido ao ciclo natural dos cabelos.1 No entanto, quando tufos aparecem no lavatório, na escova ou até mesmo na manipulação dos fios é sinal de que pode haver algo errado.

Há diversas causas, desde as mais complexas às mais corriqueiras, como a deficiência de vitaminas ou outros nutrientes.1,2

O que fazer: ignorar ou tocar no assunto?

Há várias questões a serem consideradas, mas o ponto de partida é a relação entre cabeleireiro e cliente.

É verdade que quanto mais antigo for o cliente, maior a relação de confiança com o profissional, o que facilita muito tocar em assuntos mais sensíveis. Ajuda também se você já sabe que o cliente está passando por problemas de saúde, forte estresse ou mesmo se está seguindo uma dieta restritiva.

No entanto, mesmo clientes novos podem gostar de saber que você se preocupa com a saúde dos cabelos deles. Você pode fazer isso com leveza, orientando-os a procurar um médico quando notar sinais de queda excessiva ou outras alterações nos fios.

Como falar sobre queda de cabelo

  • Comece escutando: você pode perguntar se o cliente percebeu alguma diferença na quantidade de fios.
  • Explique o por que você notou: pode ser pelos tufos de cabelo caídos, espacejamento entre fios ou até por ver uma área sem cabelo.
  • Se o cliente já tinha percebido, pergunte se está tratando a queda ou ouça sua história, caso ele queira contá-la.
  • Se não, tranquilize-o de que há várias formas de ajudar a controlar a queda excessiva e o aconselhe a buscar ajuda de um dermatologista para obter o tratamento adequado às causas da queda.

Para saber mais sobre o assunto, leia a matéria Queda de cabelo: o que fazer antes e depois.

A ida ao cabeleireiro não é apenas uma rotina necessária, está associada a autoestima. Cuidar de tudo relacionado a isso pode fazer bem ao seu cliente.

O papel das vitaminas e minerais na saúde dos cabelos

Um dos principais fatores que geram a queda de cabelo (eflúvio telógeno) é a má alimentação. Para ter saúde capilar, as vitaminas, minerais e demais nutrientes são fundamentais, sendo responsáveis também pela manutenção do equilíbrio do ciclo do cabelo e contribuindo para o crescimento dos fios. Sem eles, a queda pode ocorrer em maior quantidade do que o normal.3

Por isso, é tão importante uma dieta balanceada, consumindo as vitaminas, minerais e demais nutrientes necessários para que nosso organismo mantenha um bom funcionamento.3

Nutrição da beleza natural dos cabelos de dentro pra fora

Tacitá® tem 15 vitaminas e minerais incluindo a biotina em sua composição.4 Com apenas um comprimido ao dia4, os cabelos e unhas também obtêm os micronutrientes essenciais para o crescimento saudável 3,5,6 de ponta a ponta.

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Referências:

  1. Harrison S, Bergfeld W. Diffuse hair loss: its triggers and management. Cleve Clin J Med. 2009;76(6):361-7.
  2. Breitkopf T, Leung G, Yu M, Wang E, McElwee K. The basic Science of hair biology: what are the causal mechanisms for the disordered hair follicle? Dermatol Clin. 2013;31:1-19.
  3. Finner AM. Nutrition and hair: deficiencies and supplements. Dermatol Clin. 2013;31(1):167-72.
  4. Tacitá. Informações de embalagem.
  5. Goluch-Koniuszy ZS. Nutrition of women with hair loss problem during the period of menopause. Prz Menopauzalny. 2016;15(1):56-61.
  6. Iorizzo M, Pazzaglia M, Piraccini BM, Tullo S, Tosti A. Brittle nails. J Cosmet Dermatol. 2004;3(3):138-44.

Importante: este produto não substitui uma alimentação equilibrada e seu consumo deve ser orientado por nutricionista ou médico. Crianças, gestantes, idosos e portadores de qualquer enfermidade devem consultar o médico ou nutricionista. Consumir este produto conforme recomendação de ingestão diária constante na embalagem.Produto dispensado de Registro conforme RDC Nº 27/2010.

Não contém glúten.

Este produto não é um medicamento.
Não exceder a recomendação diária de consumo indicada na embalagem.
Mantenha fora do alcance de crianças.

Salão de beleza: o que fazer para ajudar quanto a queda de cabelo

salão de beleza
salão de beleza

O olhar atento do profissional pode ajudar o cliente a identificar a queda excessiva de cabelo. Mas é a escolha pela boa conduta que evita problemas sérios causados por atitudes irresponsáveis.

Quem nunca passou por uma situação complicada com um cliente com cabelos fragilizados que insistiam em fazer um procedimento agressivo? Isso ocorre porque, muitas vezes, as pessoas minimizam o problema, achando que a situação está sob controle.

Há casos, por exemplo, em que a quebra do cabelo é tanta que os fios não seguram mais o alongamento. Ou em que a realização de procedimentos frequentes sem uso de práticas de cuidado capilar, como cronograma capilar, acaba acentuando a quebra ou até facilitando a queda.

Uma boa conversa ajuda a alertar e orientar o cliente, fazendo com que ele entenda que seu intuito é colaborar não só com a beleza, mas também com a saúde dos cabelos.

Principais cuidados que o profissional deve ter

Veja os problemas mais comuns que podem piorar a queda de cabelos e a quebra dos fios:

  • Irritação ou alergia a determinados produto (dermatite de contato, entre outros): antes do uso, aplicar uma pequena quantidade no antebraço da pessoa e observar se ocorreu alguma reação (vermelhidão, ardor, etc) por período adequado, por exemplo, além de perguntar se a pessoa já teve problemas com algum componente químico/produto e se tem outras alergias e/ou doenças como asma ajuda a identificar essa possibilidade.3,8,13
  • Produtos de procedência ruim pioram a situação: pesquise sempre sobre o produto que vai trabalhar, inclusive problemas já ocorridos.5
  • Evitar combinações de alisamento com coloração: é preciso respeitar o espaço de tempo entre um procedimento e outro, senão a fibra pode não resistir aos danos. Como alisamentos são procedimentos que danificam os fios, o uso de tinturas permanentes não é recomendado em fios quimicamente alisados, por exemplo. Neste caso, por exemplo, tinturas temporárias sem amônia ou etanolamina são indicadas e é preciso esperar cerca de 15 dias após o alisamento para realizar a coloração.5
  • Em caso de alisamento, produtos corrosivos podem causar queimaduras graves caso não usados corretamente (por exemplo, no caso de não proteger bem o couro cabeludo) e acentuar a queda e quebra dos fios.3
  • Devido à elevada temperatura, o uso excessivo de prancha e secador pode danificar os fios.4,10
  • Alongamentos realizados em fios frágeis podem piorar a situação dos cabelos, contribuindo para a quebra e queda dos fios devido ao peso exercido nos fios.11
  • A progressiva requer que o cliente passe a usar produtos compatíveis com ela e também que sejam evitados diversos outros.5
  • Penteados que repuxam fios já enfraquecidos e com pouca elasticidade, como em cabelos alisados, podem gerar rompimentos e falhas no couro cabeludo, conforme tempo de uso e força aplicada, que são as chamadas alopecias por tração. Geralmente ocorrem na região da franja, nuca e também atrás das orelhas.2

A atenção com os cabelos é fundamental para a realização de procedimentos no salão

As vitaminas, minerais e demais nutrientes são fundamentais para a nutrição do organismo como um todo, ajudando no equilíbrio do ciclo do cabelo. Assim, contribuem para a saúde capilar e na manutenção das características dos fios, como hidratação, brilho, força e resistência.1

Com apenas um comprimido ao dia de Tacitá®12, cabelos e unhas também obtêm os micronutrientes essenciais para o crescimento saudável6 de ponta a ponta. São 15 vitaminas e minerais incluindo a biotina, em sua composição.12 É nutrição da beleza e força natural dos cabelos de dentro para fora.

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Referências:

  1. Finner AM. Nutrition and hair: deficiencies and supplements. Dermatol Clin. 2013;31(1):167-72.
  2. Billero V, Miteva M. Traction alopecia: the root of the problem. Clin Cosmet Investig Dermatol. 2018;11:149-59.
  3. Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo. Manual de orientação para instalação e funcionamento de institutos de beleza sem responsabilidade médica. São Paulo: CVS; 2012. 62 p.
  4. Christian P, Winsey N, Whatmough M, Cornwell PA. The effects of water on heat-styling damage. J Cosmet Sci. 2011;62(1):15-27.
  5. Dias MF. Hair cosmetics: an overview. Int J Trichology. 2015;7(1):2-15.
  6. Finner AM. Nutrition and hair: deficiencies and supplements. Dermatol Clin. 2013;31(1):167-72.
  7. Goluch-Koniuszy ZS. Nutrition of women with hair loss problem during the period of menopause. Prz Menopauzalny. 2016;15(1):56-61.
  8. https://delas.ig.com.br/beleza/2017-03-14/reacao-alergica.html
  9. Iorizzo M, Pazzaglia M, Piraccini BM, Tullo S, Tosti A. Brittle nails. J Cosmet Dermatol. 2004;3(3):138-44.
  10. Lee Y, Kim YD, Hyun HJ, Pi L, Jin X, Lee WS. Hair shaft damage from heat and drying time of hair dryer. Ann Dermatol. 2011;23(4): 455-62.
  11. Saed S, Ibrahim O, Bergfeld WF. Hair camouflage: a comprehensive review. Int J Womens Dermatol. 2017;3(1 Suppl):S75-S80.
  12. Tacitá. Informações de embalagem.
  13. http://blog.beautydate.com.br/cabeleireiros-podem-ajudar-problemas-capilares/
  14.  https://globoplay.globo.com/v/2545910/

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Queda de cabelo: o que fazer antes e depois

queda de cabelo
queda de cabelo

Entenda por que acontece a perda de cabelo e saiba como cuidar

A queda de cabelos (também chamada de alopecia) ocorre por inúmeros fatores. Pode ser devido à má alimentação, aos cuidados incorretos dos fios, aos maus hábitos de estilo de vida, contato ou uso de determinadas substâncias, a diversos problemas de saúde ou mesmo à hereditariedade.1, 4

Cabelos caindo são fonte de preocupação tanto para mulheres quanto para os homens. Ter cabelos bonitos e saudáveis significa vitalidade, um símbolo desde as eras mais remotas.2

Para entender melhor por que os cabelos caem, vamos começar entendendo o que não é um problema.

Quando a queda de cabelo é natural

O crescimento do cabelo é um processo complexo: o fio se desenvolve, em fases, a partir das células no interior do bulbo capilar até que atinja o final do seu ciclo natural e seja substituído. Um fio cai, mas outro nasce no lugar.1

Por isso, é absolutamente normal que você perca cerca de 100 a 150 fios por dia e perceba mais a queda quando lava ou penteia os cabelos.1

Ao envelhecermos, o cabelo vai se tornando mais fino e rarefeito, além das mudanças na cor e na taxa de crescimento. No entanto, isso não leva à calvície propriamente dita porque muitos dos fios que caírem serão repostos por novos, embora seja normal a diminuição dos folículos (estrutura onde os fios se desenvolvem).3

São três as fases do ciclo do cabelo: a anágena (de crescimento com tempo geneticamente determinado), a catágena (de transição, quando o folículo regride) e telógena (a de repouso e queda). E o ciclo recomeça.1

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Quando a queda pode ser um problema

Se há uma porcentagem maior de fios na fase telógena, sem que haja fios suficientes na fase anágena, a queda se torna preocupante. Em um couro cabeludo saudável, 10-15% dos fios estão “esperando” pra cair.1, 4

Conheça mais profundamente as três fases do ciclo natural do cabelo, baixando esse infográfico.

Os tipos mais comuns de alopecias indicam se a queda de cabelo pode ser temporária ou permanente.

A alopecia androgenética ou calvície (tendência genética/familiar) é aquela em que há perda de grande parte do cabelo e está relacionada aos hormônios masculinos, por isso, muito mais comum em homens do que em mulheres. Esse tipo ocorre de forma progressiva, mas permanente.4

A alopecia areata é provocada pelo sistema autoimune ou inflamatório, fazendo com que tufos caiam de zonas do couro cabeludo de forma súbita, podendo ocorrer, particularmente nas formas graves, outros sinais. Esse tipo pode ser reversível. 60% das pessoas que sofrem desse tipo apresentam o primeiro episódio da doença antes dos 20 anos.5

E o tipo mais comum de alopecia é o eflúvio telógeno, a popular queda de cabelo que pode ser evitada e tratada, considerando a sua origem.1

As alopecias são mais comuns do que se pensa. Segundo dados da Associação Brasileira de Cirurgia de Restauração Capilar, cerca de metade da população feminina com menos de 50 anos sofre de queda de cabelo. No caso dos homens, a incidência da calvície já é de aproximadamente 30%.6

Para saber mais sobre os tipos de alopecia, leia esta matéria.

O que pode desencadear a queda:

A perda de cabelo pode afetar sua autoestima e isso já é um excelente motivo para cuidar dela. Além da questão estética, as mudanças no padrão no ciclo capilar podem ser um sinal de que há algo errado nos seus hábitos ou mesmo um indicador de problemas com a sua saúde.4

1. A má alimentação é um dos principais fatores que contribuem com a queda de cabelo (eflúvio telógeno).

Sem as vitaminas, minerais e demais nutrientes necessários para a saúde capilar e do organismo como um todo, a queda pode ocorrer em maior quantidade do que o normal. Eles são responsáveis também pela manutenção do equilíbrio do ciclo do cabelo, contribuindo para o crescimento dos fios.7

É muito importante ter uma dieta balanceada, consumindo todas as vitaminas, minerais e demais nutrientes necessários para o bom funcionamento do nosso organismo. Déficits nutricionais arrasam uma cabeleira.7

Por isso uma dieta muito restritiva nunca será sinônimo de beleza.

Conheça as vitaminas e minerais que podem ajudar você a manter os cabelos bonitos e saudáveis, baixando gratuitamente o e-book Principais vitaminas e minerais que auxiliam no fortalecimento dos cabelos.

2. Cuidados inadequados com os fios podem contribuir com a quebra dos fios ou enfraquecimento do bulbo capilar.

Cabelos oleosos podem necessitar de maior frequência de lavagens. Isso porque a oleosidade excessiva gera acúmulo de sebo na raiz, aumentando a possibilidade de obstrução do folículo piloso e assim da ocorrência de processos inflamatórios e proliferação de fungos, como na dermatite seborreica, que pode contribuir para a queda de cabelo.1, 8

Já os banhos muito quentes têm o potencial de irritar o couro cabeludo, interferir no equilíbrio da oleosidade da raiz e até desidratar os fios, podendo facilitar a quebra.9

Mas nem pense em dormir com o cabelo molhado, porque isso favorece os fungos que acabam enfraquecendo a raiz dos cabelos e propiciando a queda dos fios.8

Até mesmo quando pensa que está se arrumando pode, na verdade, provocar a queda. Sabe aqueles penteados que esticam muito os fios? Pois é, se feitos com frequência, também podem provocar a queda, principalmente na parte frontal. É a chamada alopecia por tração.10

Sem falar nos produtos de má qualidade que acabam danificando os fios ou provocando alergias. Sempre procure conhecer a procedência e saber mais dos riscos que podem trazer aos cabelos e à sua saúde.11

Puxa, tudo pode levar a queda? Nem sempre. Há diversos mitos sobre cuidados que não correspondem à verdade. Para conhecer alguns deles, leia esta matéria.

3. Maus hábitos contribuem para a queda capilar.

A lista dos malefícios do cigarro é longa e a queda de cabelo se inclui nela. Acredita-se que as substâncias tóxicas podem enfraquecer a raiz das mechas porque, entre outros efeitos, degeneram os vasinhos sanguíneos que abastecem as extremidades do corpo, que é o caso do couro cabeludo.12

O sedentarismo também é um vilão porque piora a circulação sanguínea e é um desencadeante de várias doenças.13

4. Problemas de saúde são desencadeantes da queda de cabelo.

Quando há um problema de saúde envolvido, a queda de cabelo ocorre, geralmente, de forma brusca e acaba sendo até um sintoma indicador da própria doença.1

Na prevalência de diabete, hipertensão, obesidade e triglicérides altos, os vasos que irrigam o couro cabeludo são lesados. O sangue não chega à região como deveria e, por isso, não há nutrição adequada dos folículos pilosos.14, 15

A anemia leva a uma queda na concentração de hemoglobina que é fundamental para o transporte de oxigênio. Isso impacta na saúde do folículo piloso e, portanto, na resistência dos fios.16, 17

A doença de Crohn, assim como outras doenças inflamatórias intestinais, afeta a absorção de substâncias benéficas ao organismo, ainda que se tenha uma alimentação balanceada. No caso da doença de Crohn, a inflamação pode se espalhar para outras partes do trato gastrointestinal e causar diarreia, cólica abdominal, às vezes febre, entre outros sintomas dependendo do grau e da atividade da doença.22

A queda de cabelo está entre os principais sintomas de doença renal crônica, isso porque os rins deixam de filtrar o sangue direito e limitações alimentares agravam o problema.1, 18

A bactéria Treponema pallidum, causadora da sífilis, passadas algumas semanas da invasão ao organismo, pode provocar manchas na pele e queda de cabelo.19

Fungos amam unhas, mas também cabelos. Ao atingir o couro cabeludo, a micose pode gerar inflamação local e descamação, deixar a área mais oleosa e favorecer a perda de cabelo.8

Mulheres que sofrem de ovário policístico produzem hormônio masculino em larga escala, o que pode desencadear o crescimento de pelos no corpo e, posteriormente, a queda.4

Mudanças hormonais podem levar à queda de cabelo temporária como, por exemplo, durante a gravidez, parto ou menopausa.4

O estresse crônico é um dos grandes causadores de alterações hormonais, o que altera o funcionamento do organismo e pode prejudicar a saúde capilar.1

As doenças autoimunes usam as células de defesa contra o próprio organismo. Isso alastra processos inflamatórios com potencial de afetar também o couro cabeludo. Entre as consequências do lúpus eritematoso está a alopecia. No caso da alopecia areata, ela se volta especificamente contra os folículos capilares e, com isso, abrem-se falhas nos cabelos. São raros os casos em que todo o cabelo cai.4

Na psoríase, uma doença inflamatória, as lesões formadas na pele, geralmente em placas, podem se estender até as entradas da testa ou mesmo no couro cabeludo, comprometendo o crescimento de cabelo além de provocar coceira.20

Medicamentos também podem causar a queda, como os usados em quimioterapias, no caso de tratamento de câncer, aqueles para artrite, problemas cardíacos e depressão.1

A tricotilomania, uma doença em que a pessoa arranca com as mãos fios de cabelo, pelos da barba e do corpo, também é responsável por falhas bem relevantes.21

5. A calvície ou alopecia androgenética como causa da queda.

A hereditariedade é a causa mais conhecida da queda de cabelo. Apesar de ser mais comumente associada aos homens do que às mulheres, ambos podem herdar a alopecia androgenética de seus pais. Ela começa geralmente na puberdade e se agrava com o passar dos anos.4

Esse tipo de alopecia é ocasionada pela conversão de altas doses de testosterona em di-hidrotestosterona, molécula que afeta o ciclo dos fios.4, 21

O que você pode fazer para ter cabelos bonitos e saudáveis

1. Tudo começa pela boa alimentação. Garanta que esteja consumindo as vitaminas e demais nutrientes necessários para a saúde do seu organismo e de seus cabelos.1, 4

2. Uma rotina de cuidados com a raiz e fios é fundamental para manter o fio saudável. Dê atenção aos seus cabelos com frequência e use somente produtos adequados.1, 4

3. Se está perdendo cabelo e sua saúde está debilitada, tem tomado muitos medicamentos ou possui doenças crônicas, converse com seu médico a respeito ou procure um dermatologista que possa ajudar com tratamentos específicos para seu caso.

Quem pode ajudar na orientação

Algumas pessoas demoram a reconhecer a perda de cabelo ou minimizam o problema por medo de haver algum indício de alguma doença grave.

Por isso, o alerta de amigos e familiares, muitas vezes, é o gatilho para a queda ser tratada logo no início.

Também o olhar atento de cabeleireiros, manicures e podólogos é fundamental, já que ao lidar com cabelos e unhas dos clientes podem perceber mais facilmente a fragilidade deles.

É importante mostrar que há inúmeras possibilidades de casos, dos mais corriqueiros, como a deficiência de vitaminas ou outros nutrientes, aos mais complexos.1, 4 Mas em todos eles, quanto mais rápido cuidar, melhor. Esta matéria que você está lendo também pode ajudá-los a conhecer mais profundamente sobre o assunto. Compartilhar conteúdo é sempre uma boa ideia.

E o médico é o profissional que vai diagnosticar seu tipo de alopecia e o tratamento mais adequado. Em alguns casos, pode até enxergar que a perda de cabelo é um indicador de outras doenças mais sérias. Fale com seu médico ou procure um dermatologista.

Uma boa dica de como cuidar da saúde do bulbo capilar e dos fios, você encontra aqui.

 

Referências:
1. Harrison S, Bergfeld W. Diffuse hair loss: its triggers and management. Cleve Clin J Med. 2009;76(6):361-7.
2. Cash TF. The psychology of hair loss and its implications for patient care. Clinics in Dermatology. 2001;19:161-6.
3. MedlinePlus. Aging changes in hair and nails [Internet]. Bethesda (MD): U.S. National Library of Medicine; [citado jun 2019]. Disponível em: https://medlineplus.gov/ency/article/004005.htm
4. Breitkopf T, Leung G, Yu M, Wang E, McElwee K. The basic Science of hair biology: what are the causal mechanisms for the disordered hair follicle? Dermatol Clin. 2013;31:1-19.
5. Rivitti EA. Alopecia areata: Revisão e atualização*. An Bras Dermatol. 2005;80(1):57-68.
6. ABCRC. Calvície – o que é e suas causas [Internet]: Curitiba: Associação Brasileira de Cirurgia da Restauração Capilar; [citado jun 2019]. Disponível em: http://www.abcrc.com.br/calvicie-o-que-e-e-suas-causas/
7. Finner AM. Nutrition and hair: deficiencies and supplements. Dermatol Clin. 2013;31(1):167-72.
8. Borda LJ, Wikramanayake TC. Seborrheic dermatitis and dandruff: a comprehensive review. J Clin Investig Dermatol. 2015;3(2).
9. Boer M, Duchnik E, Maleszka R, Marchlewicz M. Structural and biophysical characteristics of human skin in maintaining proper epidermal barrier function. Postepy Dermatol Alergol. 2016;33(1):1-5.
10. Billero V, Miteva M. Traction alopecia: the root of the problem. Clin Cosmet Investig Dermatol. 2018;11:149-59.
11. Dias MF. Hair cosmetics: an overview. Int J Trichology. 2015 Jan-Mar;7(1):2-15.
12. Trüeb RM. Association between smoking and hair loss: another opportunity for health education against smoking? Dermatology. 2003;206(3):189-91.
13. Warburton DE, Nicol CW, Bredin SS. Health benefits of physical activity: the evidence. CMAJ. 2006 Mar 14; 174(6):801-9.
14. Klemp P, Peters K, Hansted B. Subcutaneous blood flow in early male pattern baldness. J Invest Dermatol. 1989 May;92(5):725-6.
15. Granger N, Rodrigues SF, Yildirim A, Senchenkova EY. Microvascular responses to cardiovascular risk factors. Microcirculation. 2010;17(3):192-205.
16. Vieth JT, Lane DR. Anemia. Emerg Med Clin North Am. 2014;(3):613-28.
17. Goluch-Koniuszy ZS. Nutrition of women with hair loss problem during the period of menopause. Prz Menopauzalny. 2016;15(1):56-61.
18. Peres LAB, Passarini SR, Branco MFBT, Kruger LA. Dermatoses em renais crônicos em terapia dialítica. J Bras Nefrol. 2014;36(1):42-7.
19. Piraccini BM, Broccoli A, Starace M, Gaspari V, D’Antuono A, Dika E, Patrizi A. Hair and scalp manifestations in secondary syphilis: epidemiology, clinical features and trichoscopy. Dermatology. 2015;231(2):171-6.
20. Almeida MC, Romiti R, Doche I, Valente NYS, Donati A. Psoriatic scarring alopecia. An Bras Dermatol. 2013;88(6 Suppl 1):S29-31
21 Tosti A, Piraccini BM, Sisti A, Duque-Estrada B. Hair loss in women. Minerva Ginecol. 2009;61(5):445-52.
22. ABCD. Sobre a Doença de Crohn [Internet]. São Paulo: Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Crohn; [citado jun 2019]. Disponível em: https://abcd.org.br/sobre-a-doenca-de-crohn/

Fontes:
https://www.aad.org/public/diseases/hair-and-scalp-problems/hair-loss
https://veja.abril.com.br/saude/conheca-16-causas-para-a-queda-de-cabelo/
https://saude.abril.com.br/medicina/11-problemas-que-fazem-o-cabelo-cair/

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Por que o cabelo começa a cair?

cabelo
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As causas para o início da queda.

Quando as pessoas percebem que tem queda de cabelo muitas dúvidas surgem: por que isso está acontecendo comigo? Será que vou perder todos os cabelos? Que médico devo procurar?

Seu médico poderá auxiliar no diagnóstico e tratamento de causas mais gerais, mas poderá encaminhar ao dermatologista, cuja área de conhecimento se concentra no diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças e afecções relacionadas à pele, pelos, mucosas, cabelo e unhas.

Segundo a dermatologista Dra. Leila Bloch, a queda faz parte do ciclo de vida do cabelo, ocorrendo de forma natural após a fase Telógena (de repouso), quando o crescimento do fio é interrompido.

O fio fica no estágio de repouso por três meses, em média, e então cai. Uma perda de fios diária é considerada normal, pois todos os dias perdemos cerca de 100 fios de cabelo.

Mas quando se percebe que esta queda está consideravelmente alta, é necessário buscar ajuda médica, diz a especialista.

Primeiros sinais

“Não é nada difícil perceber quando os cabelos começam a cair e dá para notar sinais também de quando a situação começa a ficar mais grave. É impossível contar os fios que caem, mas a constante presença de cabelos no travesseiro, na escova ou no chão do banheiro são um sinal de alerta. Quando o couro cabeludo fica visível com a redução de fios também é um bom motivo para procurar um especialista”, explica a Dra. Leila.

Para ficar mais por dentro do assunto assista o vídeo.

Terror também para as mulheres

A queda assusta tanto os homens quanto as mulheres. Apesar da calvície (chamada de alopecia androgenética) ser mais rara nelas, quando ocorre, geralmente, é mais traumático.

Há um grande abalo na autoestima porque o cabelo tem significados simbólico e é considerado parte da beleza da mulher.

Embora não seja tão divulgada, a queda de cabelos feminina é um problema comum e cerca de 20 a 60% das mulheres antes dos 60 anos já têm algum grau de queda.

As causas são diversas, desde a genética, mudanças hormonais, ação de substâncias, estresse, falta de vitaminas, até anemia, hipotireoidismo e outras doenças.

A queda de cabelo das mulheres pode ser diferente da queda dos homens, mas fique atenta aos sinais de fios que começam a se acumular no ralo da pia, no chuveiro, na escova, nas roupas e no travesseiro.

Quando caem “tufos” ou há um afinamento notório, procure um dermatologista.

É importante saber que há tratamento para alguns tipos de queda de cabelo, tanto para homens quanto para mulheres, sendo que para elas pode haver tratamentos diferenciais.

A ingestão adequada de nutrientes, como as vitaminas, é indicada para manter os cabelos saudáveis.

Para saber mais sobre queda de cabelos, leia esta matéria.

Quer se aprofundar no assunto? Então baixe grátis aqui o infográfico com números e estatísticas curiosas sobre cabelos e se torne um expert.

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Queda de cabelo não é tudo igual

queda de cabelo
queda de cabelo

Mas as mais comuns dá para tratar. 

Conheça os tipos principais de queda e saiba mais sobre o Eflúvio Telógeno.

Por essa muita gente não esperava. Como assim, queda de cabelo e calvície não são a mesma coisa?

Pois é, bom saber que existem tratamentos para os tipos mais comuns. Bora aprender um pouco mais sobre o assunto?

Além de outras condições clínicas, as alopecias podem causar a redução ou ausência dos cabelos.

Elas podem ser temporárias ou permanentes e se dividem em vários tipos, porém as principais são: o eflúvio telógeno, a alopecia androgenética (calvície) e a alopecia areata.

A alopecia androgenética, ou calvície, ocorre apenas nos homens que apresentam tendência genética/ familiar e está diretamente relacionada à ação de hormônios masculinos (testosterona e diidrotestosterona).

Pode, às vezes, acometer mulheres na menopausa, por exemplo, com predisposição genética, mas raramente a queda é total como no homem.

Já a alopecia areata provoca queda súbita de cabelos em zonas do couro cabeludo, sem nenhum outro sinal aparente.

É causada provavelmente por mecanismos autoimunes e inflamatórios, tanto em homens quanto mulheres e pode se iniciar ainda na infância. Estima-se que 1 em cada 50 pessoas é afetada por esta doença durante a vida.

 

O tipo mais comum de alopecia é o eflúvio telógeno, a popular “queda de cabelos.

Ela pode ocorrer em qualquer momento da vida, sem outro sinal aparente.

É notada, principalmente, ao se pentear ou após o banho e pode ser bastante intensa, assustando e gerando ansiedade, principalmente, em mulheres (medo de ficar “careca” ou com falhas no cabelo). Em algumas pessoas, pode ser recorrente, retornando de tempos em tempos.

 

A queda ou eflúvio pode ser dividido em dois tipos:

1. Eflúvio agudo: geralmente se inicia 2-3 meses após o evento desencadeante. Pode-se resolver espontaneamente após alguns meses porém o crescimento e fortalecimento natural dos fios pode ser auxiliado com o uso de suplementos nutricionais.

Veja algumas causas para o eflúvio agudo:

– Febre alta;
– Trauma cirúrgico;
– Desnutrição: alimentação desequilibrada, pobre em nutrientes, ou insuficiente;
– Mudança de medicação;
– Estresse emocional;
– Hemorragias;
– Gravidez e pós-parto.

2. Eflúvio crônico: nesse caso, a queda é acentuada e dura 6 meses ou mais, sem causa aparente. Geralmente ocorre em mulheres entre 30 e 60 anos e pode provocar queda capilar intensa, com flutuações durante vários anos. O crescimento natural dos fios pode ser auxiliado com o uso de suplementos nutricionais.

Veja algumas causas do eflúvio crônico:

– Doenças da tireoide (a alopecia pode ocorrer em pessoas tanto com hipotireoidismo quanto com hipertireoidismo);
– Anemia (por falta de ferro);
– Deficiências de zinco – desencadeadas por alcoolismo, insuficiência do pâncreas, cirrose hepática, síndromes de má absorção em algumas doenças intestinais, queimaduras extensas, câncer, doenças renais, etc.

Para saber mais sobre as causas da queda de cabelos, leia esta matéria.

Quer se aprofundar no assunto? Então baixe grátis aqui o infográfico com números e estatísticas curiosas sobre cabelos e se torne um expert.

Importante: este produto não substitui uma alimentação equilibrada e seu consumo deve ser orientado por nutricionista ou médico. Crianças, gestantes, idosos e portadores de qualquer enfermidade devem consultar o médico ou nutricionista. Consumir este produto conforme recomendação de ingestão diária constante na embalagem.Produto dispensado de Registro conforme RDC Nº 27/2010.

Não contém glúten.

Este produto não é um medicamento.
Não exceder a recomendação diária de consumo indicada na embalagem.
Mantenha fora do alcance de crianças.

Mitos e verdades sobre a queda de cabelo

queda de cabelo
queda de cabelo

Tire a limpo todas as suas dúvidas sobre o assunto.

Sabe todas aquelas certezas que você tem ou que te contaram sobre queda de cabelo? Prepare-se: elas podem cair por água abaixo . É hora de descobrir o que é mito e o que é verdade nesse assunto.

Pronta(o) para se surpreender? Vamos lá!

  • Molhar os cabelos todos os dias pode cair um pouco mais rápido ou quebrar. Mito: mas se deve evitar dormir com os cabelos molhados porque o couro cabeludo fica úmido favorecendo a proliferação de fungos que podem aumentar a oleosidade e fazer o cabelo cair um pouco mais rápido ou quebrar. Tendo esse cuidado, dá para lavar os cabelos todos os dias sim.
  • Os cabelos podem crescer mais rápido no verão. Verdade: a exposição moderada à luz solar está relacionada ao funcionamento do ciclo hormonal da melatonina, que influencia no crescimento dos fios, e no sistema imunológico, cuja fragilidade pode resultar na queda de cabelos. Lembrando que o excesso de exposição à radiação UV pode ter impacto na estrutura e cor do cabelo.
  • Prender sempre o cabelo causa queda. Depende: penteados muito apertados e em práticas que apliquem força excessiva no couro cabeludo podem gerar lesões que resultam na queda dos cabelos, que nessas situações chama-se ‘Alopecia por Tração’.
  • Secador e chapinha causam queda. Mito: O uso moderado não prejudica, o abuso, sim, pode danificar os fios, tornando-os mais frágeis e quebradiços. Use o secador em temperaturas baixas e não aproxime demais do couro cabeludo para não causar irritação.
  • E o excesso de tintura? Depende: É um processo que agride mais o fio do que o couro cabeludo e que pode tornar os cabelos mais fracos e quebradiços. O mais importante é que quanto fizer tintura e coloração deve evitar outros processos como relaxamento e escova progressiva na sequência. As misturas químicas podem não ser compatíveis e levar a casos mais graves, como a quebra dos fios e até a queda, caso atinja o couro cabeludo.
  • A alimentação influencia na queda de cabelo. Verdade: uma alimentação balanceada em proteínas, vitaminas, minerais e demais elementos presentes na dieta, ajuda a proporcionar saúde e força aos fios.
  • O uso de condicionador pode causar queda de cabelo. Mito: o que acontece é que o uso de condicionador pode favorecer condições que resultam na queda. Melhor usá-lo apenas nos fios e não no couro cabeludo, pois isso pode dificultar o enxague e a retirada total do produto e piorar a dermatite seborreica que favorece a queda.
  • Usar bonés e chapéus faz cair cabelo. Mito: mas é bom não exagerar. Quem vive de boné todos os dias pode agravar doenças como a dermatite seborreica que pode contribuir para a queda.
  • O estado emocional interfere na queda. Verdade: já foi comprovado cientificamente que o estado emocional, como o estresse, pode agravar a queda em pacientes predispostos.

Para saber mais sobre queda de cabelos, leia esta matéria.

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Não exceder a recomendação diária de consumo indicada na embalagem.
Mantenha fora do alcance de crianças.

5 cuidados para ajudar a evitar a queda de cabelo em excesso

queda de cabelo
queda de cabelo

Medidas simples para ajudar o cabelo a deixar de cair muito.

Cerca de 100 a 150 fios de cabelo caem da nossa cabeça por dia.

“Ai meu Deus, vou ficar careca!”. Calma, não precisa se desesperar: temos em média 120 mil fios em nosso couro cabeludo, portanto essa queda diária é considerada normal. Ufa!

Mas é bom ligar o sinal de alerta quando a perda de cabelos está maior do que o normal. Isso pode indicar até algum problema mais sério de saúde. Nesses casos, é melhor procurar um dermatologista. Só ele sabe o melhor procedimento para o seu caso.

É muito importante saber como evitar a queda excessiva, já que o desconhecimento sobre os cuidados com os cabelos pode agravar ou acelerar o problema.

Confira as 5 importantes dicas para ajudar a evitar a queda excessiva:

1. Conserve os cabelos sempre limpos

Essa dica parece básica, mas tem muita gente que ainda pensa que lavar muito o cabelo causa a queda. Na verdade, ela ocorre por uma ação normal do organismo.

“Quando deixamos de lavar para evitar a queda de cabelo, acabamos deixando o couro cabeludo sujo por mais tempo e esta sujeira poderá favorecer e agravar a queda”, afirma o dermatologista Ademir Jr.

O ideal é que a lavagem seja feita, de preferência, em dias alternados. “Algumas pessoas têm cabelos muito oleosos, aí fica difícil intercalar, então é fundamental que a água seja morna, quase fria.”, diz a dermatologista Dra. Leila Bloch.

2. Menos estresse

Praticar uma atividade física libera endorfinas, ajudando a relaxar a tensão, contribuindo também com a prevenção da queda de cabelos causada pelo estresse.

3. Não prenda os fios molhados

Cuidado, pois muitas mulheres fazem isso sem perceber. Dão um bom nó nos cabelos após lavá-los, podendo causar a quebra dos fios que estão fragilizados ou a queda caso apliquem muita força na raiz.

Couro cabeludo molhado por muito tempo favorece o crescimento de fungos, que podem gerar caspa, afetar a saúde do couro cabeludo (enfraquecendo a raiz) e favorecer a queda dos fios.

4. Fique de olho na saúde do couro cabeludo

As raízes dos cabelos são a base para fios mais fortes. Não cuidar do couro cabeludo pode provocar a queda de cabelo, caspa, descamação, oleosidade exagerada e até prejudicar a nutrição do cabelo.

5.  Alimentação é tudo

O que colocamos na mesa tem um grande reflexo no crescimento e fortalecimento dos fios.

Alguns nutrientes essenciais como os minerais (zinco, selênio, cálcio, silício e ferro), vitaminas (E, C e do complexo B) e proteínas são muito favoráveis para ajudar a evitar a queda excessiva de cabelo.

Por falar em vitaminas, clique aqui e baixe grátis o ebook de vitaminas e minerais e saiba sobre o poder que eles têm sobre seus cabelos.

Para saber mais sobre queda de cabelo, leia esta matéria.

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Saiba como cuidar da queda excessiva de cabelos

queda excessiva
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Conheça o suplemento vitamínico e mineral Tacitá.

Não teve jeito! Mesmo com toda atenção aos sinais e aos cuidados a queda excessiva de cabelo se instalou.

É hora de partir para a prática.

Você sabia que é possível diminuir a queda excessiva?

O manejo da queda capilar baseia-se, principalmente, na correção das causas da queda, por exemplo, quando forem encontradas deficiências alimentares ou alterações emocionais.

Hábitos alimentares com ingestão equilibrada de proteínas, vitaminas, minerais e demais elementos da dieta ajudam a manter a saúde do organismo como um todo, incluindo a dos cabelos. Deve-se também controlar doenças associadas.

Nutrientes para os folículos pilosos e o bulbo capilar são indispensáveis para o desenvolvimento e crescimento de um cabelo saudável, e também para os atributos fisiológicos da estrutura, brilho, cor e elasticidade dos fios.

Os alimentos são fontes de vitaminas e minerais.

Mas, por um motivo ou outro, às vezes não conseguimos ingerir todos os nutrientes que nosso organismo precisa.

O uso de suplementos pode ser fundamental.

TACITÁ é um suplemento vitamínico e mineral com 15 vitaminas e minerais que ajudam a fortalecer os cabelos e as unhas de dentro para fora.

Atende a 100% da Ingestão Diária Recomendada (IDR) das vitaminas ácido fólico, ácido pantotênico, biotina, vitamina A, vitaminas B1, B2, B6 e B12, vitamina E, vitamina C e niacinamida e também dos minerais selênio, ferro e zinco, contendo 50% da IDR de magnésio.

Além disso, TACITÁ é fácil de usar: somente 1 comprimido ao dia. É sugerido tomar TACITÁ por, no mínimo, 3 meses.

O produto é apresentado em caixas com 30 comprimidos.

Para saber mais como tratar a queda de cabelo e sobre suplementos vitamínicos, assista ao vídeo.

Também pode baixar grátis aqui o infográfico “O Ciclo do Cabelo, por Tacitá” e se tornar um expert no assunto.

Leia também sobre queda de cabelo nesta matéria.

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Dá para diminuir a queda excessiva de cabelo?

diminuir a queda
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É possível ajudar na queda excessiva de cabelo com Tacitá.

Remédios mágicos, fórmulas incríveis, soluções caseiras… É bom esclarecer que quando o assunto é queda de cabelos, não existe milagre.

Mas é possível cuidar para proteger e manter a força, ajudando a preservar os cabelos da queda excessiva.

A perda de cabelos ocorre de maneira rápida, mas o crescimento de um novo fio demora – cerca de 1 cm por mês. Por isso, o crescimento é percebido gradativamente.

O eflúvio telógeno pode ser desencadeado tanto em homens quanto mulheres e tem diversas causas.

O eflúvio telógeno agudo pode ser desencadeado, entre outros, por febre alta, trauma cirúrgico, má alimentação ou desnutrição, mudança de medicação, estresse, hemorragias, gravidez e pós-parto.

Já o eflúvio telógeno crônico pode ser referente, por exemplo, a doenças da tireoide, anemia (carência de ferro) e deficiência de zinco.

A maneira adequada de tratar a queda excessiva é agir sobre as causas.

O tratamento da queda excessiva se dá, principalmente, na correção das suas causas, por exemplo, quando forem encontradas deficiências alimentares ou alterações emocionais.

Hábitos alimentares com ingestão equilibrada de proteínas, vitaminas, minerais e demais elementos ajudam a manter o ciclo dos cabelos e o organismo em equilíbrio.

As vitaminas e minerais ajudam no fortalecimento fisiológico dos cabelos desde a raiz, contribuindo em processos do corpo que auxiliam na manutenção dos fios.

O equilíbrio destes nutrientes no organismo é um dos fatores que ajudam a evitar a queda em excesso.

Obtidos por meio da alimentação, também podem ser encontrados em suplementos vitamínicos e minerais.

A carência de nutrientes (por causa da má alimentação, dietas radicais, entre outros) pode causar a queda de cabelos.

Além da ingestão adequada de vitaminas e minerais, que participam dos processos fisiológicos de fortalecimento capilar, a manutenção de hábitos alimentares é importante para preservar o equilíbrio do ciclo capilar e do organismo como um todo.

Isso inclui o hábito de fazer exercícios regulares, que ajuda a manter, entre outros, um bom fluxo sanguíneo, inclusive no couro cabeludo.

O uso de suplementos pode ser fundamental.

Tacitá é um suplemento vitamínico e mineral para homens e mulheres, destinado a complementar a dieta.

Pode auxiliar no crescimento e desenvolvimento fisiológico dos fios em algumas condições de queda capilar relacionadas à falta de nutrientes, como o eflúvio telógeno, contribuindo também na manutenção da saúde da pele e das unhas.

Tem formulação que fornece 15 vitaminas e minerais que ajudam no fortalecimento fisiológico dos cabelos de dentro para fora.

Atende a 100% da Ingestão Diária Recomendada (IDR) das vitaminas ácido fólico, ácido pantotênico, biotina, vitamina A, vitaminas B1, B2, B6 e B12, vitamina E, vitamina C e niacinamida e dos minerais selênio, ferro e zinco, além de conter 50% da IDR de magnésio.

Além disso, TACITÁ é fácil de usar: somente 1 comprimido ao dia. É sugerido tomar TACITÁ por, no mínimo, 3 meses.

E, para se aprofundar no assunto, baixe grátis aqui o infográfico “O Ciclo do Cabelo, por Tacitá”.

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O que fazer quando o cabelo está caindo ou quebrando

cabelo caindo
cabelo caindo

Tacitá responde

A grande maioria das pessoas não sabe qual a diferença entre queda e quebra de cabelo.

Normal, pois realmente confunde. Vamos tirar essas dúvidas?

Quebra do Cabelo

A quebra pode ser sentida ao passar a mão pelo couro cabeludo e sentir os “toquinhos” dos fios ou percebida ao ver ou sentir fios mais curtos que o restante (sem ser pelo corte).

Ela ocorre quando o fio não cai diretamente pela raiz, mas sim por sofrer algum estresse que o deixa fraco.

Fatores ambientais como o excesso de sol e vento, alterações climáticas bruscas e o cloro da piscina podem deixar os fios quebradiços.

Algumas outras possíveis causas de quebra são: procedimentos químicos como alisamento, tintura e relaxamento; escovações exageradas; doenças debilitantes, como o câncer e infecções sistêmicas como a tuberculose, e fatores que impactam o crescimento saudável dos fios.

Quando o fio fica muito sensibilizado e enfraquecido por procedimentos químicos, ele perde a elasticidade e não consegue voltar ao seu formato original.

O calor do secador, tingimentos com pequeno período de diferença entre eles e alisamentos repetitivos, por exemplo, podem afetar o cabelo e formar pontas duplas.

Essa falta de maleabilidade e resistência facilita a quebra.

Penteados que deixam os fios muito esticados e apertados, como coques ou rabos de cavalo, podem colaborar para a quebra capilar e também para a queda capilar.

Para avaliar a saúde das madeixas, é importante testar a elasticidade dos fios.

Um cabelo que é esticado e volta naturalmente ao seu estado normal pode ser considerado saudável.

Quando essa qualidade não existe, é sinônimo de quebra e ressecamento. Nesse caso, os cabelos necessitam de um cronograma capilar adequado.

Queda de Cabelo

A queda de cabelo também pode estar ligada a problemas emocionais e hormonais.

Normalmente, caem em média 100 a 150 fios por dia, de uma média de 100 mil fios de cabelo.

Porém, quando a queda incomoda e se torna anormal, é importante averiguar com um dermatologista para que ele veja qual é a causa do problema e prescreva um tratamento específico.

Em algumas mulheres, a queda pode ser fruto de disfunção hormonal, devido a problemas na tireoide e na hipófise, estresse emocional, doenças crônicas como diabetes, câncer.

Dietas alimentares desequilibradas também podem provocar a perda de cabelo.

Outra possível causa para a queda é o Eflúvio Telógeno (ET), quando uma maior quantidade de fios entra prematuramente na fase telógena (fase de repouso) devido a algum fator desencadeante, resultando na queda precoce dos fios.

Podem ser várias as razões que determinam o aparecimento do eflúvio telógeno agudo, como:

    • Pós-parto;
    • Interrupção do uso de pílulas anticoncepcionais ou de reposição hormonal;
    • Infecções e doenças acompanhadas de febre alta;
    • Traumas físicos e/ou emocionais;
    • Pós-operatório;
    • Deficiências nutricionais (ferro, zinco e proteínas);
    • Dietas muito restritivas (com ou sem medicamentos).

Para diferenciar os dois problemas e saber o motivo da perda das madeixas, basta observar a estrutura do cabelo: quando há queda é possível ver o fio em toda sua extensão.

“Nesse caso, conseguimos identificar o bulbo, que é a parte arredondada e saliente, localizada na base do fio. No caso da quebra, você não sente a saliência por que o bulbo continua no lugar, afinal o cabelo só quebrou”, explica Luciano Barsanti*, residente da Sociedade Brasileira de Tricologia.

Tanto a queda quanto a quebra também podem estar associadas à carência de vitaminas no organismo.

Os alimentos são fontes de vitaminas e minerais, mas às vezes não conseguimos ingerir todos os nutrientes que nosso organismo precisa.

Nesse caso, o uso de suplementos pode ser fundamental.

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Com apenas 1 comprimido ao dia, Tacitá nutre o organismo de dentro para fora, assim ajudando a proporcionar saúde e força aos fios e auxiliando na fase de crescimento ativo fisiológica dos cabelos.

As vitaminas e minerais ajudam no fortalecimento fisiológico dos cabelos desde a raiz, contribuindo em processos do corpo que auxiliam na manutenção dos fios. O equilíbrio destes nutrientes no organismo é um dos fatores que ajudam a evitar a queda.

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